segunda-feira, 24 de setembro de 2007

E não é que nem existiu?!


Rolou. Pensei que estava tudo bem: Finalmente tinha superado a paixãozinha de anos. A distância de um estado só facilitaria a cicatrização da ferida tão chata que havia, enfim, sido cauterizada.

Poxa, tudo estava tão perfeito que chegava a me emocionar. A conversa batida, a pizza, a coca-cola morna e a noite sem sal. Bem previsível. Bem como eu esperava que fosse, bem como eu planejava para uma ocasião de esquecimento.

Mas o tiro me saiu pela culatra. Mal imaginava que não havia o que esquecer, tampouco o que cicatrizar.
Houve, em verdade, um grande desperdício. Páginas de diário. Chocolates e filmes românticos. Cartões telefônicos, quantos! Lágrimas tolas derramadas por olhos iludidos. Pudesse, pediria reembolso, já que a propaganda de um amor eterno foi enganosa.
Só essa sensação de vazio que não é legal. Bah... Vou parar de reclamar. I will survive! *rs


2 comentários:

Anônimo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anônimo disse...

Apaguei tudo... rsrs

Eh... quem disse que consigo ser daquele jeito? Ah... não seria eu...

Em tudo que faço preciso ser intenso e verdadeiro, me entrego de corpo e alma, quando vou ver... já foi...

^^

Você não é a única, mas um dia... a gente acerta e o coração, mesmo em queda livre, encontrará mãos carinhosas que o envolvam.

(I hope):D